Mas para que a carne aprenda, para que a carne se torne parte disso, é preciso que ela adoeca. Que deixe sua delicadeza ser prostituída em silêncio.
Há aqueles poucos que, ao arrancar a carcaca velha e expor a parte nova, não a deixam envelhecer e sujar. Há aqueles que cuidam dessa delicadeza sofrida que a vida nos trás a contra-gosto. Mas esses nunca são vistos como gente. Afinal, quem em sã consciência se expõe desse modo?
2 comentários:
ca-ra-lho!
conseguiste de novo! parabéns!!!
obrigada *.*
Postar um comentário