domingo, 10 de outubro de 2010

Um amor ainda tão vivo nos olhos, um jeito tão sutil de amar... uma paixão dolorida e disfarçada.
Em cada gesto, em cada palavra boba, uma implícita declaracão de amor de quem nunca esqueceu... mas no corpo inteiro uma certeza nostálgica de que acabou. De que a dura poesia do tempo te prendeu no passado e na memória.
Aos olhos de quem amou, amar nunca vira pretérito. Só vira saudade.

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