É ingenuidade criar identidade com conceitos imutáveis.
Nós somos a mudança personificada.
Em cada encontro cultural as diferenças são relativizadas
e as fronteiras reinventadas.
O diferente é abstrato.
criamos a teoria pois somos viciados no sentido.
Nos encerramos em nós mesmo com medo do outro.
O fechamento do ego é a ilusão de existir.
A teoria é a frustração de não saber ser.
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