quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Tempo e tragédia.

A tarde é a manhã dos bêbados. Esses seres noturnos que se arrastam pelos dias buscando o próximo copo. E que parecem só ter vida quando os únicos astros visíveis no céu de suas metrópoles são as dos postes. São eles que iluminam amarelo suas vidas. Essas vidas que são todas umas tragédias pelo mero fato de serem vidas. Mas quem chora por elas? Afinal, os passos tortuosos que avançam esquecem do tempo que os segue. Enterre o tempo, que enterrarás todas tragédias.

Nenhum comentário: