Eles se amam, sem sentir, por um momento. São amigos para sempre, por uma música. São os donos do mundo, com alguns copos. São intelectuais, com alguns baseados.
Por que buscamos em estranhos aquilo que nos falta? Por que sufocamos nossas mágoas com outras tristezas? Por que repetimos tantas e tantas vezes os mesmo erros?
Nem a bebida, nem a música, nem os amigos. Nada disso supre esse buraco que criamos. Nem todos eles juntos me fazem entender esses rituais circulares dos quais eu também faco parte. Em vão.
Nada disso me preeche.
4 comentários:
parabéns! Foste certeira neste!
muito bom mesmo, apenas lendo senti o ritmo do trem-juventude indo para a próxima estação!
ainda vou adaptar uma música aqui
Roberto Ochoa
parabéns! Foste certera neste!
muito bom mesmo, apenas lendo senti o ritmo do trem-juventude indo para a próxima estação!
ainda vou adaptar uma música aqui
Roberto Ochoa
Fiquei arrepiada. Muito bom, descreve bem o que a nossa juventude padroniza como felicidade, mas que na verdade não supre o que, às vezes, nós realmente buscamos. Parabéns pelo blog, flor, é sempre bom ler o que tu escreve.
lindo poema! descreve o que eu e a maioria sente na maioria das vezes. abraços!
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