terça-feira, 19 de outubro de 2010

Hora

Eu quero um amor sem hora,
uma paixão só agora.
Quero um dia infinito...
e um amor esquecido de tão novo
um amor todo dia de novo.
Que seja ausente só a tua falta.
Não quero a rotina da revolta,
não quero a rotina de volta.

Away...

Me sinto mais longe daqui do que jamais senti. Ainda é a mesma cidade, ainda são as mesmas pessoas... mas sob esse novo céu, sob esse novo sol, sombra nenhuma ficou.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Love me two times baby, love me twice today...

Cegueira.

A beleza de cada dia está guardada, amada no peito de quem nunca a viu. Beleza não se ve, se sente no corpo, se respira no vento, se absorve nas cores.
Estranhamente, o que temos de mais real é tudo aquilo em que acreditamos, e não que vemos. A visão corrompe o sentido das coisas.

domingo, 17 de outubro de 2010

Outrora.

Era mesma menina de sempre, da porta trancada, dos gestos travados, dos olhos de livros.
Continuava com o silêncio duro de quem se importa, com a risada gritada de quem não cresceu e balançando no ar as pernas machucadas.
Mas havia qualquer coisa naquele sorriso de diferente... qualquer coisa de ausente.
Não havia naqueles olhos de sempre algum sonho lavado pela agua que cai do céu e se projeta na lágrima. Na lágrima que cai levando parte da alma que já não cabe no peito, esparramando no chão os sorrisos de outrora.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Não se pode escrever tudo.


Do erro.

São só as mesmas pessoas de sempre fazendo as mesmas coisas de sempre. Não tem nada de errado nisso.
O único erro é ainda acreditar nelas.